“Chega de politicamente correto, vamos ser biblicamente corretos”, diz ministra de Israel

A diplomacia baseada na fé está liderando esforços contra a deslegitimação de Israel, disse Josh Reinstein, presidente da Fundação Aliados de Israel (IAF), dos EUA, na última segunda-feira (9).

Esta semana, a IAF, juntamente com o Congresso Mundial Judaico, a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém (ICEJ) e a organização Pontes pela Paz, levaram 27 deputados de 15 países para participar de uma conferência em Jerusalém, com o objetivo de inspirar os participantes com a clareza que eles precisam para defender o Estado de Israel em seus países de origem.

“Nós testemunhamos mais uma vez o surgimento do antisemitismo em todo o mundo, o que muitas vezes é formulado em posições políticas contra o direito de Israel de existir”, disse Reinstein.

Na última segunda-feira, a delegação assinou uma resolução rejeitando com veemência todas as declarações que procuram negar as origens judaicas de Israel e Jerusalém, bem como qualquer prova forjada contra o Estado judeu de Israel como “ocupante” de seu próprio território.

A resolução apela aos governos para que adotem a definição de anti-semitismo proposta pela Aliança Internacional da Memória do Holocausto do Departamento de Estado dos EUA e, assim, reconheçam que a expressão anti-Israel e anti-sionista pode ser usada para transmitir um tipo de fanatismo anti-judeu.

O documento também inclui uma declaração de apoio aos “Direitos dados por Deus e por lei para a soberania e a legítima defesa sobre a totalidade das suas terras e territórios, reconhecendo a importância da unidade para formar um Estado de Israel forte e unido, com Jerusalém como sua capital eterna e indivisível”.

A Ministra da Igualdade Social de Israel, Gila Gamliel aceitou a resolução em nome do governo israelense. Ela disse que o documento chega à nação em um momento especialmente importante, quando tantas organizações e pessoas estão tentando reescrever a história.

“Eu digo que já chega de sermos politicamente corretos, vamos ser biblicamente corretos”, disse Gamliel aos deputados. “Você estão do lado certo nesta história”.

A IAF, fundada pelo ministro israelense e pelo rabino Binyamin Elon – o pai da diplomacia baseada na fé, de acordo com Reinstein – trabalha com parlamentos em todo o mundo para mobilizar apoio político a Israel com base em valores judaico-cristãos. De acordo com Reinstein, a IAF tem mais de 1.000 parlamentares de todo o mundo em sua rede.

“Benny teve uma visão da restauração de Israel e é interessante que o mundo inteiro participe disso”, disse o diretor executivo da IAF, Daniel Williams, que observou que muitos deputados colocam suas carreiras políticas em risco para visitar e apoiar externamente o Estado de Israel.

Os deputados visitaram o país, incluindo visitas ao túmulo de Raquel em Belém e vários locais considerados sagrados e estratégicos em toda a Samaria. Os eventos se concluem na noite desta terça-feira, com a Noite israelense da Festa dos Tabernáculos.

“O objetivo dessas visitas foi duplo. Primeiro, a IAF queria que os visitantes andassem pelas ruas da Terra Prometida e que os versículos da Bíblia se tornassem vivos diante de seus olhos”, disse Reinstein.

Esta semana, a IAF, juntamente com o Congresso Mundial Judaico, a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém (ICEJ) e a organização Pontes pela Paz, levaram 27 deputados de 15 países para participar de uma conferência em Jerusalém, com o objetivo de inspirar os participantes com a clareza que eles precisam para defender o Estado de Israel em seus países de origem.

“Nós testemunhamos mais uma vez o surgimento do antisemitismo em todo o mundo, o que muitas vezes é formulado em posições políticas contra o direito de Israel de existir”, disse Reinstein.

Na última segunda-feira, a delegação assinou uma resolução rejeitando com veemência todas as declarações que procuram negar as origens judaicas de Israel e Jerusalém, bem como qualquer prova forjada contra o Estado judeu de Israel como “ocupante” de seu próprio território.

A resolução apela aos governos para que adotem a definição de anti-semitismo proposta pela Aliança Internacional da Memória do Holocausto do Departamento de Estado dos EUA e, assim, reconheçam que a expressão anti-Israel e anti-sionista pode ser usada para transmitir um tipo de fanatismo anti-judeu.

O documento também inclui uma declaração de apoio aos “Direitos dados por Deus e por lei para a soberania e a legítima defesa sobre a totalidade das suas terras e territórios, reconhecendo a importância da unidade para formar um Estado de Israel forte e unido, com Jerusalém como sua capital eterna e indivisível”.

A Ministra da Igualdade Social de Israel, Gila Gamliel aceitou a resolução em nome do governo israelense. Ela disse que o documento chega à nação em um momento especialmente importante, quando tantas organizações e pessoas estão tentando reescrever a história.

“Eu digo que já chega de sermos politicamente corretos, vamos ser biblicamente corretos”, disse Gamliel aos deputados. “Você estão do lado certo nesta história”.

A IAF, fundada pelo ministro israelense e pelo rabino Binyamin Elon – o pai da diplomacia baseada na fé, de acordo com Reinstein – trabalha com parlamentos em todo o mundo para mobilizar apoio político a Israel com base em valores judaico-cristãos. De acordo com Reinstein, a IAF tem mais de 1.000 parlamentares de todo o mundo em sua rede.

“Benny teve uma visão da restauração de Israel e é interessante que o mundo inteiro participe disso”, disse o diretor executivo da IAF, Daniel Williams, que observou que muitos deputados colocam suas carreiras políticas em risco para visitar e apoiar externamente o Estado de Israel.

Os deputados visitaram o país, incluindo visitas ao túmulo de Raquel em Belém e vários locais considerados sagrados e estratégicos em toda a Samaria. Os eventos se concluem na noite desta terça-feira, com a Noite israelense da Festa dos Tabernáculos.

“O objetivo dessas visitas foi duplo. Primeiro, a IAF queria que os visitantes andassem pelas ruas da Terra Prometida e que os versículos da Bíblia se tornassem vivos diante de seus olhos”, disse Reinstein.

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